Infraestrutura que prepara Atibaia | Atibaia Saneamento
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Infraestrutura que prepara Atibaia
21 de setembro de 2026
À medida que uma cidade cresce, novas moradias surgem, bairros se expandem e a demanda por serviços aumenta. Para acompanhar esse movimento, também é necessário fortalecer estruturas que nem sempre fazem parte da paisagem, mas têm papel decisivo no funcionamento do município. Parte dessa preparação está em uma infraestrutura que permanece fora do campo de visão, mas influencia diretamente o desenvolvimento urbano, a proteção ambiental e a qualidade de vida: o saneamento básico.
Quando essa estrutura avança, os reflexos alcançam diferentes áreas da vida urbana. A coleta e o tratamento adequado do esgoto ajudam a preservar rios, reduzem riscos ambientais e contribuem para condições mais adequadas de saúde e qualidade de vida. Ao mesmo tempo, uma rede preparada para acompanhar a expansão do território oferece suporte para novos bairros, moradias e atividades econômicas.
Em Atibaia, a evolução dos serviços mostra o impacto de investimentos contínuos nessa área. Desde o início da operação da Atibaia Saneamento, em 2013, o índice de tratamento de esgoto passou de 40% para 81%, avanço que amplia a capacidade do município de oferecer um serviço essencial à população.
“É importante ver melhorias acontecendo perto da gente e saber que estão investindo no lugar onde moramos. Isso faz diferença para quem vive aqui”, afirma Wellington de Jesus, 34 anos, morador do Jardim Atibaia.
A relevância desse serviço também aparece nos indicadores econômicos. Estudo do Instituto Trata Brasil divulgado em 2026 estima que a universalização, que é, a garantia de acesso de toda a população à coleta e ao tratamento de esgoto, pode gerar R$ 438 bilhões em ganhos de produtividade e renda do trabalho até 2040, além de efeitos positivos sobre saúde, turismo e valorização imobiliária.
O cenário nacional mostra a dimensão do desafio. Dados mais recentes do mesmo Instituto Trata Brasil citado anteriormente apontam que 43,3% da população brasileira ainda não tem acesso à coleta de esgoto. Em 2024, o país destinou R$ 29,1 bilhões ao setor, o que reforça a necessidade de manter uma agenda de longo prazo para ampliar a oferta dos serviços.
“Investir nessa área é criar condições para que o município avance de forma mais organizada. Quando existe uma base adequada, o planejamento urbano ganha mais possibilidades e a população passa a contar com melhores condições para viver, trabalhar e construir seus projetos”, afirma Mateus Banaco, diretor-geral da Atibaia Saneamento.