Lenço umedecido, cabelo e fio dental seguem entre os vilões da rede de esgoto | Iguaçu Saneamento
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Lenço umedecido, cabelo e fio dental seguem entre os vilões da rede de esgoto
22 de maio de 2026
Parece inofensivo jogar um fio dental no vaso sanitário, deixar o cabelo escorrer pelo ralo ou descartar óleo direto na pia. Mas esses hábitos, muito comuns dentro de casa, continuam entre as principais causas de entupimentos e transtornos na rede de esgoto das cidades. Na região Oeste e Sudoeste do Paraná, a realidade não é diferente.
Atenta a esse cenário, a Iguaçu Saneamento, em parceria com a Sanepar, intensifica as ações de conscientização para reforçar a importância de pequenas mudanças de hábito que ajudam a evitar grandes problemas coletivos. O descarte correto de resíduos é uma das principais formas de preservar o funcionamento da rede coletora e reduzir impactos ambientais.
“Além dos transtornos para a população, esse tipo de situação gera aumento nos custos de manutenção e limpeza do sistema, exigindo intervenções frequentes das equipes técnicas. Em muitos casos, problemas que poderiam ser evitados acabam demandando obras emergenciais e mobilização de equipamentos especializados”, detalha a supervisora de Qualidade e Meio Ambiente da Iguaçu Saneamento, Thainara Quadros.
Atenção diária
Materiais como lenços umedecidos, absorventes, fraldas, cotonetes, restos de alimentos e lixo doméstico nunca devem ser descartados no vaso sanitário ou nos ralos. Quando esses resíduos entram na rede, eles podem se acumular nas tubulações e formar bloqueios que comprometem o fluxo do esgoto.
Como consequência, surgem entupimentos, retorno do esgoto para imóveis, vazamentos em vias públicas, aumento do mau cheiro e até prejuízos ambientais, com risco de contaminação do solo e de cursos de água.
“Além de prejudicar a operação das redes e do tratamento de esgoto, os recursos hídricos sofrem impactos negativos. O que é jogado em vasos e pias não desaparece. Eles podem provocar entupimentos e consequentemente o fluxo do esgoto vai para o solo ou córregos”, reafirma o diretor presidente da Sanepar, Wilson Bley.
De acordo com Thainara, o óleo de cozinha também está entre os problemas mais recorrentes. Apesar de parecer uma solução rápida, o descarte direto na pia faz com que o material se acumule nas tubulações e favoreça a formação de crostas de gordura que dificultam a passagem do esgoto.
“Mudar essas atitudes requer atenção diária. Apenas com a conscientização da população podemos preservar a infraestrutura pública e garantir o bom funcionamento do sistema de esgoto”, reforça.
O que não deve ir para a rede de esgoto
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Atenta a esse cenário, a Iguaçu Saneamento, em parceria com a Sanepar, intensifica as ações de conscientização para reforçar a importância de pequenas mudanças de hábito que ajudam a evitar grandes problemas coletivos. O descarte correto de resíduos é uma das principais formas de preservar o funcionamento da rede coletora e reduzir impactos ambientais.
“Além dos transtornos para a população, esse tipo de situação gera aumento nos custos de manutenção e limpeza do sistema, exigindo intervenções frequentes das equipes técnicas. Em muitos casos, problemas que poderiam ser evitados acabam demandando obras emergenciais e mobilização de equipamentos especializados”, detalha a supervisora de Qualidade e Meio Ambiente da Iguaçu Saneamento, Thainara Quadros.
Atenção diária
Materiais como lenços umedecidos, absorventes, fraldas, cotonetes, restos de alimentos e lixo doméstico nunca devem ser descartados no vaso sanitário ou nos ralos. Quando esses resíduos entram na rede, eles podem se acumular nas tubulações e formar bloqueios que comprometem o fluxo do esgoto.
Como consequência, surgem entupimentos, retorno do esgoto para imóveis, vazamentos em vias públicas, aumento do mau cheiro e até prejuízos ambientais, com risco de contaminação do solo e de cursos de água.
“Além de prejudicar a operação das redes e do tratamento de esgoto, os recursos hídricos sofrem impactos negativos. O que é jogado em vasos e pias não desaparece. Eles podem provocar entupimentos e consequentemente o fluxo do esgoto vai para o solo ou córregos”, reafirma o diretor presidente da Sanepar, Wilson Bley.
De acordo com Thainara, o óleo de cozinha também está entre os problemas mais recorrentes. Apesar de parecer uma solução rápida, o descarte direto na pia faz com que o material se acumule nas tubulações e favoreça a formação de crostas de gordura que dificultam a passagem do esgoto.
“Mudar essas atitudes requer atenção diária. Apenas com a conscientização da população podemos preservar a infraestrutura pública e garantir o bom funcionamento do sistema de esgoto”, reforça.
O que não deve ir para a rede de esgoto
- Óleo de cozinha
- Fio dental
- Cabelo
- Lenços umedecidos
- Absorventes
- Fraldas
- Papel higiênico
- Cotonetes
- Restos de alimentos
- Lixo doméstico
- Descarte resíduos sólidos no lixo comum;
- Armazene óleo usado em garrafas para descarte correto;
- Utilize proteção nos ralos;
- Faça manutenção periódica das instalações internas;
- Use o vaso sanitário apenas para esgoto doméstico.